Mails para a minha Irmã

"Era uma vez um jovem vigoroso, com a alma espantada todos os dias com cada dia."

7 thoughts on “O Clã do Comboio – O Meu Epílogo

  1. Tens razão, amigo RB! Os momentos que vivemos em conjunto não se apagarão nunca… ainda por cima com esse pormenor dos nossos Iagos! Obrigado pelo teu comentário e até breve, numa esquina da vida. Felicidades para ti e para os teus!

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  2. Caro JP
    Foi memorável a forma como nos conhecemos, de como começamos a construir bons momentos de sã amizade.
    A tua partida para novos projetos de vida não colocam nenhum ponto final ao que existe, apenas implica que não possamos desfrutar daquela alegria e cusquice com que iluminavamos as manhãs na mais conhecida carruagem do kim das 07H28 em Santarém.
    Apenas podemos desejar-te muito boa sorte e já sabes, quando quiseres aparece, serás sempre bem recebido, assim como os teus. Ademais há um pormenor muito importante, indelével, que é o nome partilhado pelos filhotes. Este marco é algo muito especial.

    Um grande abraço, e sem despedidas, um até um destes dias.

    RB, Kris e Iago

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  3. Obrigado D, pelas tuas palavras e pela tua amizade. O destino cruzou-nos e nós soubemos construir uma amizade bonita e isso é o que o Universo tem de melhor. Um beijo e um abraço.

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  4. E sei que continuarás sempre a ser o que és a aceitar-te como és: uma pessoa de valor e de valores. Não foi um livro que se fechou, só uma página que se tornou. Tens muitas mais para escrever e ainda mais para viver.
    Agradeço ao destino de te ter colocado no caminho onde nos cruzámos.
    Beijo terno e um abraço apertado.
    D

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  5. Marisete, muito obrigado pelo seu respeito e pelo seu carinho. Não me estou despedindo dos blogueiros. A escrita faz parte da minha vida. É, para mim, uma forma de respiração.

    Célia, obrigado por me lembrares “Esse rio sem fim.”… Interpretaste bem… era exatamente esse, o sentido!

    Obrigado às duas!

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  6. “Entre o Sono e Sonho” de Fernando Pessoa

    Entre o sono e sonho,
    Entre mim e o que em mim
    É o quem eu me suponho
    Corre um rio sem fim.
    Passou por outras margens,
    Diversas mais além,
    Naquelas várias viagens
    Que todo o rio tem.

    Chegou onde hoje habito
    A casa que hoje sou.
    Passa, se eu me medito;
    Se desperto, passou.

    E quem me sinto e morre
    No que me liga a mim
    Dorme onde o rio corre –
    Esse rio sem fim.

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  7. Que tocante, sensível, confessionista. Estás a se despedir de nós blogueiros também? Ai, bateu-me uma tristeza, embora o texto seja belíssimo, mas despedidas são tristes.
    Um abraço querido!

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Este é um blogue de fruição do texto. De partilha. De crítica construtiva. Nessa linha tudo será aceite. A má disposição e a predisposição para destruir, por favor, deixe do lado de fora da porta.

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