Mails para a minha Irmã

"Era uma vez um jovem vigoroso, com a alma espantada todos os dias com cada dia."


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Parabéns Atrasados e Gratidão em Dia.

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“Mails para a minha Irmã” fez anos na passada sexta feira. Oito!

Oito anos de fé e esperança nas palavras escritas com devoção, oito anos de rasuras e emendas, oito anos de riscos e aventuras.

Sempre, e só, por mim e por vós, aí, desse lado.

Tantos poemas depois, tantos contos e crónicas e até alguns romances depois, ainda o mesmo gosto pelas palavras e a certeza única de que, se não for por mais nada, será sempre por vós!

Obrigado!

jpv

 

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7º Aniversário

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“Mails para a minha Irmã” faz hoje sete anos. Sete anos sem outras pretensões nem desejos que não fossem dar a conhecer o que vamos escrevendo àqueles que, por uma razão ou por outra, vão lendo o que aqui se publica.

Sete anos de cumplicidade e compromisso tácito para com os meus leitores.

Sete anos e já três romances, dezenas de contos, centenas de poesias, centenas de crónicas e inúmeras parvoíces.

Sete anos que são meus, mas que são, sobretudo, vossos. Nenhum texto existe sem um leitor e cada leitor é um autor, também.

Grato a todos, imensamente grato, pela vossa atenção, pelo vosso carinho, pelas vossas leituras que são o meu sopro de vida.

Dessa vida que continua…

Até já!

jpv


2 comentários

Confissão Sim, Sim…

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Aos leitores de MPMI.

Caros amigos, tenho andado nesta preguiça de escrever porque me enredam as coisas pequenas da vida. E essas, têm poderes maléficos. Os de nos distraírem do fundamental. Este Blogue tem tido umas crónicas, umas erupções poéticas, umas parvoíces… tudo espaçado de dias longos. Os meus leitores e os meus amigos e, garanto-vos, há grande confusão entre esses dois grupos, merecem melhor. E merecem mais.

Sim, sim, as viagens transcontinentais, vida cá, vida lá. Sim, sim, as responsabilidades no trabalho e o volume que ele assume. Sim, sim, a revisão do recentemente terminado romance para que possa publicar-se em breve. Sim, sim, a mudança de casa e mai-los episódios tipicamente africanos que a seu tempo contarei… Sim, sim… tudo isso são justificações válidas, mas são, também, no dizer antigo da minha querida e falecida avó Ana, desculpas de mau pagador.

Hei de dar-vos um conto da série “O Ofício da Memória”.  Hei de trazer-vos novidades acerca do próximo romance. Há de escrever-se um conto da série “Histórias a Preto e Branco”. E hão de ver a luz dos vossos olhos algumas dessas crónicas africanas.

Sim, confesso. A produção escrita anda devagarinho e desleixada. Talvez esteja descansando. Talvez… Mas ando incomodado com esta letargia que ataca de forma severa a minha caneta. Sim, a caneta. Eu escrevo primeiro à mão, depois passo para o processador de texto e finalmente tudo vem morar aqui… Sim, sim…

jpv